domingo, 31 de outubro de 2010

sangue, vômito, peitos e tripas em 3d

Esse tal cinema 3d já entrou - junto com Megan Fox - para o hall das coisas que não me fascinam. Acho indigno pagar mais caro para usar um óculos do Chico Xavier durante duas horas e ainda ter que devolvê-lo no final – sem falar que ele serve mais para não se ver as coisas borradas (= sem óculos) do que alguma coisa saltando da tela. Se eu quisesse ver algo saltando da tela, assistiria àquele vídeo macabro do Ringu e esperaria depois de 7 dias a Sadako em grande estilo. De qualquer forma, a minha 2º experiência no ramo 3d foi bem mais divertida que a estréia. Por ser o único filme com vagas no horário adentrei a sessão de "Piranha 3D" (2010), do nosso jovem amigo francês Alexandre Aja (recomendo "Viagem Maldita" e "Alta Tensão").



Todo mundo que não nasceu ontem sabe que há tempos bichos violentos tocam o terror no cinema. Só no quesito ameaça aquática são tubarões, monstros marinhos, piranhas, polvos, crocodilos...sobrou até para a Orca virar um golfinho maldito assassino. Além de uma homenagem a esses filmes, trazendo inclusive atores dasantiga como Richard Dreyfuss e Christopher Lloyd, “Piranha” resgata o terror causado pelo esquecido peixe do título. E antes que você me venha com a piadinha do tipo “Ah, se eu quisesse ver Piranha em 3D, iria ao puteiro! Uaca, uaca, uaca!”, saiba que Alexandre Aja pensou o mesmo e convidou Gianna Michaels e Riley Steele para o elenco (mas as boas atuações delas você encontrará no PornHub ou Xvideo mais próximo).


No filme, um grande lago é a maior atração da cidade. Um abalo sísmico abre uma fenda liberando piranhas pré-históricas (as originais) perto do grande evento turístico-comercial: uma festa que reúne a juventude transviada do momento, com muitas drogas, seios à mostra, música ruim e pau no cuzisses gratuitas, o de sempre. O fato é que em 15 minutos de filme, já temos uma vontade imensa de que o cardume faça sua parte e ajude no controle populacional da terra. O que acontecerá com maestria e absurdez em cenas hilárias com muito sangue, vômito e tripas em 3d. No meio disso temos o jovem Jake, que todo verão tem que ficar em casa cuidando dos irmãos mais novos, mas desta vez está empolgado como guia para uma equipe de filmes pornográficos. Ele é o herói que elegemos contra as piranhas...porque essas cretinas começam a comer alguém antes mesmo dos atores, minguando o plano do rapaz se envolver em alguma sacanagem certa e iminente.


Final da sessão, da poltrona de trás ouço: “Hahaha, valeu cada centavo!”. E eu não pude fazer outra coisa a não ser concordar com o cara. Eu me diverti litros com esta obra! Terem pagado meu ingresso e o grande nº de garotas de biquíni não tiveram nada a ver com isso. Um filme para quem curte um pânico generalizado e já está puto com os animais muito loucos da sessão da tarde.




"É, eu acho que agora já podemos escrever o memorando pedindo a interdição do lago."

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

"quer me fuder? me beija!"

Sabe aquele discurso do José Wilker sobre valorizar o cinema nacional, ver mais filmes produzidos no país, o mesmo que ficou mais conhecido depois da imitação do Marcelo Adnet? Pois é, faz todo sentido diante de um filme como Tropa de Elite 2 (2010), de José Padilha. Se você como eu, não gosta da maioria dos filmes nacionais que vê e acha que independente de patrocínio ou produção, acredita que um filme depende muito de caras fodas que saibam contar boas histórias na 7º arte, bate aqui o/ ! Para quem gostou deveras desta sequência do crássico felomenal do cinema nacional, creio que a única coisa que eu realmente acho escrota é o Tijuana... “pega um pega geral, também vai pegá você”. Dá um tempo!



O que acontece neste segundo episódio da saga de Roberto Nascimento é justamente o fim de tudo que ele acreditava. Após fortalecer o BOPE e praticamente exterminar a ação de traficantes, ele se vê às voltas com o surgimento de milícias – criadas da ação de policiais corruptos. De forma até mesmo didática, o filme mostra como se dá toda a origem do negócio até o fortalecimento com o envolvimento de figuras públicas: deputado, secretário de governo e etc – esse pessoal que na teoria deveria ajudar a sociedade. No maior clima “Inimigo do Estado”, Wagner Moura vai narrando o drama de seu personagem, que todos sabemos, tem convicções bem severas quanto a lidar com bandidos e afiliados – e não importa se eles são vítimas de uma sociedade excludente que não deu oportunidades ou playboys que tiveram tudo e agora lucram mais ainda com vidas alheias. É a visão de um cara que trabalha há 20 anos na polícia e sabe que está numa guerra. É o que guia o filme, é o que guiou o primeiro e levantou a bandeira de ser FASCISTA! Porra, eu nunca achei isso, nem você que não leva nada a sério... mas muita gente (que adora frescar e participar de discussões que não levam a nada e não ajudam ninguém) achou. Pelo menos no segundo filme temos um contraponto na figura de Diogo Fraga, o cara dos direitos humanos. Com suas ações e visão de mundo, ele tem uma participação essencial no desenrolar da história. No final das contas, a verdade é que cada um só está cumprindo o seu papel...e nenhum dos dois está contente em fazê-lo.

O novo tropa é um filme acima da média das produções de ação/conspiração/drama de qualquer nacionalidade. E se tem uma coisa que não entendo nesses filmes brasileiros que acho dos bons, é como eles conseguem envolver os atores na atmosfera/clima do filme? Até o André Mattos, que é caricato pra caramba, ficou perfeito no papel de demagogo apresentador de programa policial (o que espero não ser um pleonasmo). Acho que até se metessem o Thiago Lacerda nesse filme, eu iria achar tudo dugarai!

Minha conclusão ao final do filme é que Tropa de Elite 2 deixaria o povo brasileiro muito feliz se fosse exatamente o que diz ser: apenas uma ficção. Se já existe uma cópia na banca da esquina filmada por uma TEKPIX ou se há links disponíveis para download, não interessa! Este é o momento em que você deve lembrar de José Wilker e sentar o dedo nessa porra no cinema! Permissão concedida, aspira!

Nova versão de "quem disse que a boca é tua?!" = "Quem disse que o comando é teu?!".

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

pela cota de mulheres carecas

Durante um tempo, não lembro de ter visto um filme de alienígenas que me empolgou até o Distrito 9 (2009) – que deveria ter levado o Oscar. Antes dele, gostei do Altered (2006), que tem um bom enredo e um alien bem carniceiro. O último de ficção científica que me deparei e indico com polegar estendido é este "Splice" (2009) de Vincenzo Natali (o mesmo cara de "O Cubo"). Não se trata de alienígena, mas de uma nova espécie criada pelo homem - este eterno pândego inconsequente.



Um casal de cientistas bioquímicos consegue criar um novo ser através de um splicing (mistureba) de DNA’s de várias espécies: aves, répteis, mamíferos e etc. O bichinho vai muito bem, obrigado, e é capaz de produzir uma proteína supimpa para ser usada na indústria pecuária. “Nossa, imagina quantas doenças poderíamos curar e em quantas capas de revistas iríamos aparecer se criássemos um outro com DNA humano dessa vez, heim?” – idéia que surge na cabeça da mulher da relação. É claro que tal plano foi devidamente rechaçado pelo alto escalão da companhia científica, devido às pressões que poderiam sofrer da opinião pública, religiosa e a balbúrdia que ocorre com a descoberta de manipulação de DNA humano e pouco recheio no pastel.


Após ler o livro "As Moçoilas Gritam Ética", o cientista cede ao desejo da esposa, com a condição de gerar o embrião apenas para saber se eles são capazes de fazê-lo, tá beleza? Daí eles passarão o resto do filme que nem aqueles pedreiros que você contratou para uma obra na sua casa: competindo quem consegue fazer mais merda!


A premissa manjada de monstro criado pelo homem que foge do laboratório e sai matando todo mundo por aí cai cedo por terra. Logo o filme explora o drama da personagem de DREN, a criatura, que provavelmente sofrerá do mal que assola todos os únicos de uma espécie, os excluídos, como Rocky Dennis e o monstro de Frankenstein. No início, o filme lembra A Experiência (1995), aquele que pegam DNA alienígena e criam uma gostosa! Você pode pensar que se Natasha Henstridge, loira, alta, estrangeira, teve dificuldades para conseguir descabelar o palhaço no outro filme... o que será de Dren, com rabo, joelhos ao contrário e careca?! Pois é, mas há uma corrente filosófica que diz que "pornografia é igual informática: é preciso estar se atualizando sempre!" (Loro da Doca).


Os efeitos especiais são da melhor qualidade e os atores idem: Adrien Brody (de pianista raquítico que passa um filme inteiro se escondendo de nazistas até virar mercenário que enfrenta sem camisa o Predador), Sarah Polley (talentosa atriz/diretora relembrando horas de tensão como em Madrugada dos Mortos) e Delphine Chanéac (alterada geneticamente, sinistra, inocente e perigosa). E aí, afim de um drama-horror-science-fiction-erotic-triller? Vá de Splice! É um prato cheio para quem gosta dos filmes do David Cronenberg e Paul Verhoeven.

Eu heim, me erra bonito, tá!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

revista kamikaze #1

Por ser complicado e pouco original criar uma seita e promover degustação coletiva de suco de laranja envenenado, Matheus Aguilar optou por uma revista virtual e filantrópica com desenhistas convidados. O nome não poderia ser mais perfeito. Espero que haja cartunistas suficientes para as primeiras 100 edições programadas, já que todos cometem harakiri aéreo após cada número lançado.


Adentre o blog do inperiódico clicando na capa!


sábado, 16 de outubro de 2010

o dia em que eu gostei do Restart

No fim de semana do Círio de Nazaré (se você nunca ouviu falar nisso mas sabe o que é Big Bang Theory, saia deste blog agora) a Rede Record, no que considerei uma sutil prática de terrorismo religioso, resolveu exibir o “Vai dar Namoro” especial Belém – PA. O quadro do programa O Melhor do Brasil, comandado pelo showman Rodrigo Faro (que temos aturado desde o ZYB Bom), deve ser um dos super-trunfo de audiência na emissora.

O interesse pelo flerte entre rapazes e garotas em programas de auditório já é antigo, tem aquela atmosfera novelesca e a expectativa de finais felizes, fórmula que já foi usada até pelo mago da TV, Senor Abravanel, com a máxima: “É namoro ou Amizade?”. Então, confesso que me diverti deveras ao descobrir num sábado aleatório esse carro chefe da Record, ainda sob a tutela de Márcio Garcia (o tigre dentes-de-sabre de A Era do Gelo). Acontece que como tudo na vida tende a enjoar ou piorar, ou ainda, enjoar porque piorou, foi inserido ao “jogo” diversos artifícios, modalidades, papagaiadas que dariam uma ajuda para os participantes se agarrarem, beijarem-se, enfim...fazer com que uma partida de futebol tenha gol em cada um dos 90 minutos, sabe como é? Tanto que, valendo-se do talento de Dominó, Faro puxou o pino da granada ao criar o “Dança Gatinho!” – em que o apresentador presenteia os expectadores fazendo cosplay de algum artista (com coreografias precisas e tudo) sempre que algum casal se beijar no programa.


Rodrigo Faro no auge do reconhecimento, sucesso financeiro e profissional.


Fora as modificações criadas pela produção em prol do dinamismo e qualidade do entretenimento televisivo, há a mudança natural no comportamento dos casais participantes – sem falar dos mano, cada vez mais style, véi!. A conclusão rápida tirada vendo o "Vai dar Namoro" de qualquer Estado do Brasil hoje é: O título do quadro perdeu-se no tempo; ninguém está lá para arranjar um namorado(a) e não são pessoas que precisariam de um programa de TV para isso! Os casais vão para fazer o que fazem 99,9% das pessoas que vão à televisão: SE APARECER (como dizem na minha terra “tu quer SEAMOSTRÁ é?!”). E por falar em minha terra, vou colocar o que a triagem do programa (com essa amostragem de paraenses) me fez perceber:

1) Não importa o Estado do Brasil, a personalidade dos convidados não difere muito. A única certeza e lição que tiramos é uma só: pra participar do programa é preciso ser babaca. Quanto mais, melhor!

2) Os rapazes do Pará são um bando de eufóricos e querem muito se aparecer. Todos entraram gritando e berrando e amigo da galera! Menos um: o mais style, gago, tímido e que se chamava HARRY!

3) De acordo com a triagem do programa, não há meninas bonitas no Pará. Na verdade, têm umas muito feias que se acham foda...o que é pior!


"-Hoje não, Rodrigo! Manda ele pro Ver-o-Peso tomar açaí!"


4) As meninas do Pará conseguiram transparecer um misto de assanhamento e CU DOCE ao mesmo tempo, um paradoxo nunca dantes visto na televisão brasileira.

5) Graças ao programa eu descobri que existem Go-Go Boys em Belém! E eles conseguem ser mais tronchos e ridículos que os de fora: Um parecia uma mistura do Wander Wildner com o Joselito e o outro deveria ter 1 metro e meio de altura.


"-Nós é tudo dançarino da noite, nóis!"


6) Após se agarrar com um cara lá antes da hora, uma das moças pediu para Rodrigo imitar o Luan Santana – que segundo a boataria, acha todas nossas garotas umas vagabundas! O apresentador atendeu ao pedido, dando um toque irônico e finalmente alguma coisa digna de ser engraçada naquele dia.


7) A maioria dos rapazes do Pará são todos Mister alguma coisa de concursos que ninguém nunca ouviu falar. Mister Praia 2009, Mister Igarapé 2008, Mister Praquê?

8) As garotas de Belém não possuem livre arbítrio e fazem exatamente o que os jogos do programa mandarem. Desviam o rosto exercendo o cudocismo mas tascam um BEIJÃO no mesmo rapaz se sair o cartão com a proposta na vez delas!

9) Alguns rapazes notadamente não gostaram das criaturas que os escolheram! Apesar de darem foras nas meninas, foram praticamente forçados ao beijo, quando as mesmas tiraram no Magic The Gathering cartas positivas para troca de saliva! Devem ter pensado: “-Putz, não posso fazer desfeita, vai pegar mal lá no 40 horas!”. Enfim, quem mandou ir? Agora agüenta.

10) Para finalizar o pandemônio (nem sei o que é isso) que estava o quadro com a participação de nossos paroaras, Rodrigo Faro anuncia seu Dança Gatinho vestido de Família Restart! Além de já bastante abatido daquele pesadelo dormindo sábado à tarde no sofá, acrescentei aos meus conhecimentos que existe um indivíduo de nome Pedro Lucas, mas que prefere ser chamado de Pê Lu...e NÃO é viado! Logo a própria banda estava no palco e eu nunca pensei que ficaria feliz por isso. Eu ouvi tanto as DUAS músicas do Restart e fiquei tão feliz pela mudança ímpar de foco e atenção que eles trouxeram ao show televisivo que vou tatuar Pê Lanza no meu antebraço – cada letra de uma cor!

Quanto ao Vai dar Namoro de Belém...se deu namoro eu não sei, mas que deu uma vergonha do caralho, isso deu...

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

nintendo underworld

Depois de passar boa parte da minha infância colecionando uma pilha de revistas de videogame (tempos longínquos de cartuchos e era A.I – Antes da Internet) acabei aparecendo na edição 137 da Nintendo World (setembro de 2010). Estes são ou não são tempos loucos? Um convite feito por Flávio Croffi (jornalista de games) para a seção Game Art – em que artistas fazem homenagens aos jogos da Companhia. Com esta temática vasta e livre, resolvi desenhar uns jogos bem antigos que me diverti no passado: Power Blade, Castlevania Jr. e Yo! Noid – todos para o nintendinho 8-Bits. Abaixo os desenhos (dois simulam as telas dos jogos) e alguns trechos da entrevista (não deu pra sair tudo na revista).

#1 - Sobre trabalhar com arte/ilustração:

“...trabalho com ilustração e arte desde os 4 anos de idade. Tempos difíceis aqueles em que eu não ganhava dinheiro com isso. Ou seja, de lá pra cá, nada mudou, inclusive os desenhos. Ganhei até mais dinheiro com uma banda de rock do que com isso. Mas hoje posso atribuir à preguiça e falta de ter nascido com a função de capitalizar as coisas no cérebro, só pode!.”


Power Blade (Natsume,1991) – Era um agente chamado NOVA, que enfrentava mais uma dessas megacorporações que querem dominar o mundo. Ele era a cara do Terminator (Arnold). O detalhe é que o moço preferia lutar contra robôs fortemente armados e outros inimigos perigosos apenas com um BUMERANGUE, sabe-se lá por que cargas d’água! (vai ver ele era australiano). Teve mais o Power Blade 2, e só.

#2 - Sobre de onde vem a inspiração:

“Das pessoas, do cotidiano mesmo. Uma vez eu li em algum lugar que o humor é uma visão de mundo, acho que é por aí mesmo. Não me considero um grande desenhista, é só o meu processo criativo para contar histórias. E sai mais barato que fazer cinema, por exemplo. No momento eu penso mais em historietas/idéias curtas, tiras. O blog é o meu caderno de rascunhos onde eu faço as experiências, com textos, montagens e desenhos. Acho que o que mais me acendeu a idéia de publicar quadrinhos na net foi ter entrado em contato com o trabalho do Allan Sieber e do Benett - grandes cartunistas deste meu país varonil.”


Castlevania Jr. (Konami, 1990) – Só foi lançado no Japão. O nome “Castlevania” é usado no título, mas pouco tem a ver. Acho que ele veio numa leva de jogos de paródia. Eu lembro de ter locado várias vezes esse joguinho. Eu gostava das canções e do traço bem cartoon. Jogamos com um vampirinho (alguns dizem ser o Alucard criança) que luta contra inimigos curiosos, como a estátua da liberdade e um fantasma-nazista-cu clux clã (eu heim!). Bom jogo!


#3 - Por que escolheu esses games em específico para fazer um desenho?

“Sabe aquelas histórias alternativas da Marvel em que o Wolverine enfrenta o Conan ou algo do tipo? Pois é, eu penso que em algum dos universos paralelos, Mario Bros, Mega Man, Zelda e Metroid foram esquecidos, tiveram uma única aventura cada. No lugar deles, outros jogos da era 8 bits despontaram e fizeram grande sucesso até hoje, com versões para Snes, Game Cube e Wii. Eu pensei em três que entraram na história do videogame, hoje lembrados por poucos: Kid Dracula, Power Blade e Yo Noid!

O único console da Nintendo que tive foi o Top Game, da era 8 bits. Estes foram alguns dos jogos que mais me diverti na época. Apesar da idéia de que eles tivessem uma sobrevida nestes consoles mais novos, fiz uns desenhos representativos com o meu traço mesmo, bem 8 bits. Hahaha!”.


Yo! Noid (Capcom, 1990) – Eu não sei até hoje o que era esse personagem. Parecia um cara vestido de coelho (um animador de festas infantis, de repente) que usava como arma um IOIÔ. Parece que eu simpatizo com heróis de armas não-convencionais. Sei que o jogo na verdade era uma versão americana feita para promover a rede de pizzarias "Domino's Pizza". Acho que ele fez sucesso na época, mas ficou no passado, como muitos.

--- Sites ---

www.nintendoworld.com.br

http://killtheboss.wordpress.com (blog do Flávio Croffi).

Além de serem encontrados facilmente na net e rodados por emuladores, você pode jogar esses games online aqui: www.iplay.com.br

É isso, você visitante que quiser compartilhar conosco jogos que marcaram sua vida, fique à vontade nos comentários. =)

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

matheus aguilar




Enquanto eu chorava pela conquista do TETRA, Nelson Mandela virava o primeiro presidente negro da África do Sul, John Travolta dançava em Pulp Fiction e o Plano Real entrava em vigor no país, nascia Matheus Aguilar em Belém - PA.

Após uma longa temporada no município de Capitão Poço (onde aperfeiçoou suas habilidades ilustrativas com o próprio herói), ele está de volta para dominar o mundo - diretamente de nossa cidade natal. E eu não pouparei esforços para ajudá-lo, pois já estou escalado para o elenco de seu projeto secreto (mais informações em breve).
Fico feliz d’ele ser meu conterrâneo. As cores, o traço e a sensibilidade desse jovem com a metade da minha idade você encontra aqui:




Antigamente ele atendia também aqui:





Nota: Na verdade, eu só falei bem dele para parecer um cara legal e ser convidado pra jogar Xbox 360
.
o

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

último adeus

Aperte o play e então pause. Deixe carregar um tanto, depois play de novo. Desenhos com trilha sonora...


Jeff Buckley - Last Goodbye





... Did you say, "No, this can't happen to me"?
And did you rush to the phone to call?
Was there a voice unkind in the back of your mind saying,
"Maybe, you didn't know him at all,
you didn't know him at all,
oh, you didn't know"?

Well, the bells out in the church tower chime,
Burning clues into this heart of mine.
Thinking so hard on her soft eyes, and the memories
Offer signs that it's over, it's over.



Clipe de Last Goodbye. A versão da Scarlett Johansson também é boa.