Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

O melhor jornal do mundo 02




Dando as caras também no guia do novo jornalismo paraense, do Andy Caramujo.

Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Problemas Genéticos 3


Quase chegando ao fim a saga genética.

Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

O melhor jornal do mundo

Aproveitando esta fase de jornalismo e diploma em destaque, reeditei uma tira da série O Melhor Jornal do Mundo - mais uma baseada implacavelmente em fatos reais. Vamos ver se continuo as aventuras.

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

“O Casamento de Rachel”,de Jonathan Demme (2008)

O Casamento de Muriel, O Casamento Grego, O Casamento do meu melhor amigo, Quatro casamentos e um funeral... não vi nenhum desses filmes. Antes da falta de oportunidade para o feito, a palavra em comum que ilustra os títulos me espanta tanto quanto a variação de filmes de ação, do estilo “Ameaça Explosiva”, “Carga Explosiva” ou “Explosão Explosiva”. Não pense que com o Casamento de Rachel foi diferente. Eu só queria entregar um presente...

Depois de estacionar no quarteirão errado do cinema, e ter percebido isso só depois de estar todo encharcado pelo temporal que caía naquela noite e desconfiar que iria levar um bolo (de chocolate?)... eu parei, respirei e pensei: “tomara que essa rachel seja uma puta”... e desapareci no meio da sala escura.

Além de descobrirmos que Rachel vai casar, somos apresentados a sua irmã, Kym (o melhor de Anne Hathaway), o verdadeiro centro das atenções do filme. Depois de 9 meses numa clínica de reabilitação, ela é liberada para participar da festa da irmã. É possível sentir a névoa almiscarada de problemas que páira sobre Kym através dos outros personagens da trama, que lidam com ela sempre com o receio que a própria se entupa de tranquilizantes, toque fogo no cachorro, coloque um disco do Vitor e Léo, ou seja, faça alguma besteira a qualquer momento. Durante o filme, partes reveladas do histórico da garota mostram que ele é o seu pior inimigo neste sentido.

Como se não bastasse toda esta pressão, a ovelha negra vem para o casamento de sua irmã orgulho da família – uma quase phd em psicologia – alguém que passou um bom tempo lendo livros de caras que não comiam ninguém e agora tem autorização para ganhar altas somas falando impropérios que supostamente ajudariam pessoas a resolver seus problemas. Sem falar que o noivo é o vocalista do Tv On The Radio, um negrão boa pinta, músico talentoso e boa praça que todos os personagens do filme amam e por quem colocariam a mão no fogo. Até eu, sem passado de drogas e confusões, estaria deveras deslocado neste evento. Identifiquei-me bastante com o desconforto de Kym em alguns momentos, como a necessidade (tentativa) de se divertir na festa e na tensão pré-discurso de felicitações matrimoniais.

O que poderia ser uma lavagem melodramática de roupa suja jogada nos conflitos familiares encontrados, dos graves aos superficiais, da relação insossa da mãe com as irmãs Rachel e Kym, da preocupação excessiva (e até mesmo justificada) do pai e de um incidente do passado que culminou com a perda de um ente querido... tudo desce macio, dinâmico e com toques de humor no roteiro de Jenny Lumet. Além do texto ser dos bons, a opção por um estilo de câmera informal – com mal de parkinson e outras aparentes amadorices – só tornou a experiência mais agradável.


Golden Shower, Ganesh, Ponyplay e festividades mil no casório de Rachel

O filme reúne momentos bem dosados de tristeza e alegria: o inferno pessoal vivido por Kym e a própria áurea festiva do casamento de Sidney e Rachel, que é uma parada... todo ao estilo indiano, apresentações musicais a cada instante, com direito a comitiva de mulatas passistas quebrando no samba carnavalesco. Altamente recomendável para noivos, ex-drogaditos e pessoas que levam furo no cinema, O Casamento de Rachel é, sem dúvida, o melhor filme com a palavra “casamento” no título que já vi.

Sábado, 4 de Julho de 2009

diálogos 23 – “TCC Times”

Fazer um T.C.C (tratado casual das coisas) em Comunicação já começa ser uma grande viagem pela variedade de assuntos que se pode escolher, afinal, quase tudo é comunicação: eu poderia escrever um do tipo “A influência destrutiva da expressão ‘alváite’ entre os meninos que enpinam pipas na grande Belém”; “Textos literários astecas sobre a égide frankfurtiana” ou “A influência da cultura mexicana dos mariachi na Iugoslávia”(este existe, Fausto Suzuki ia fazer este).

Eu estava relendo meu tcc outro dia, fruto da parceria com Anderson Araújo, e fiquei pensando..."Como é que eles nos deram a nota máxima, com congratulações absolutas e tudo mais? Só faltaram dizer que o t.c.c era dugaraio, provavelmente diriam se não fossem doutores e não tivessem que dar exemplos e um nome a zelar.” Devo salientar que nossos métodos de escrever TCC’s não dista muito da escrita e do espírito do tempo de nossos respectivos blog.

Algumas pessoas que leram depois me perguntaram:

- E podia escrever um tcc assim deste jeito?
- Ora, nunca tínhamos escrito um tcc antes, como iríamos saber?

E no final das contas, nosso tema foi direcionado totalmente ao curso de comunicação/jornalismo da universidade. Foi mais ou menos um apanhado geral do que os alunos do último ano acharam sobre o curso de jornalismo que fizeram – além de valores e referências que os levaram a escolhê-lo e sobre o ser jornalista. Um trabalho baseado em mais de 20 horas de entrevistas com os próprios alunos e metodologias nada ortodoxas (nem sei o que isso significa, mas sempre quis usar esta expressão num texto).

No texto, além dos agradecimentos formais, inclusive ao nosso orientador, que endossou este tema polêmico, apresentamos agradecimentos alternativos...



Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Acaba, Junho, por favor...

Ufa! Acabou o mês de junho mais maldito dos últimos tempos. Pelo menos pra mim, claro. Para eu que me autodeprecio e "faço drama" (as garotas adoram dizer isso) em todos os meses do ano, este mês de junho me saiu melhor que a encomenda. Um dia antes de ele começar, 31 de maio, 228 pessoas mergulharam no Oceano Atlântico a 800 km/h. Foi neste junho que assisti ao sério concorrente a filme mais destruidor de expectativas da história – os caras conseguiram estragar o filme do Wolverine com o Wolverine dentro. O mesmo junho em que Michael Jackson resolveu visitar pessoalmente seu ex-sogro, Elvis Presley. É também neste final de junho que estou pensando seriamente em colocar meu diploma de jornalismo no banheiro, com dizeres ao lado: “em caso de emergência quebre o vidro”. E para fechar - e eu espero realmente que isso não se torne uma prática de todo fim de mês - no último dia, hoje, 153 pessoas mergulharam no Oceano Índico a outros trocentos km/h.

Isso foi só o que eu não omiti, ou fingi que esqueci. Mas pelo menos o dia 12 de junho foi marcante. A vontade de pegar uma garrafa de álcool 96º, fósforos e me imolar foi enorme... de cochichar para algum espírito “por favor, leve-me de volta... leve-me de volta para meu balde de areia e ferramentas plásticas”. Ser rechaçado numa data simbólica-comercial dessas, coincidência ou não, é uma experiência das mais supimpas. Eu recomendo a todos, já que os dias dos namorados passados foram irrelevantes pra mim. O deste ano ao menos fez toda a diferença.

Eu adorei o último parágrafo. Gostaria de ganhar um real por cada vez que eu criasse uma situação dramática dessas...

Depois de tudo isso, a saga dos genes continua. A infâmia deve ser o meu
“gosto de framboesa” daquela canção de Cecília Meireles / Fagner.



Sinto que teremos mais problemas genéticos. O primeiro deles, aqui.

Domingo, 28 de Junho de 2009

diálogos 22 - "blowjob times"