sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

ulysses guimarães 2



Da série "Cartuns que nunca sairão nos jornais de Belém -PA".

abestados inglórios






Hostel é uma droga, mas Cabin Fever é bom. =)

quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

ulysses guimarães


Nosso mais querido professor discorre sobre o caso AQUI.

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

blind band


sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

"Distrito 9", de Neill Blomkamp (2009)

Na eterna busca de ter motivos além filme para ir aos cinemas hoje em dia, fui ao encontro de um grande amigo da infância relembrar os velhos tempos de jogatina de nintendo 8 bits e pasta de amendoim. Escolhemos então Distrito 9, já bombando nas salas da cidade das mangosas. O trailer repassava um misto de intolerância, efeitos especiais, preconceito, efeitos especiais, favelas, efeitos especiais, alienígenas e efeitos especiais. E vou logo adiantando, se você gosta de ficção científica e outros trololós, você não pode perder este filme. Senta, faça amizade com o alien vizinho da sua casa, que lá vem a história.



Sobe o céu de Joanesburgo (África do Sul) há uma gigantesca nave alienígena imóvel. Está assim desde que chegou há 20 anos, assustando o mundo inteiro com a iminência de alguma ameaça ou qualquer sacanagem destas que só espaçonaves desconhecidas sabem fazer. Inquietos, os humanos resolveram invadir o negócio para encontrar, no lugar de aliens arquitetando algum plano bélico, um bando de criaturas subnutridas e fudidas - tal qual refugiados de guerra de algumas áreas de conflito do 3º planeta. Com a nave deles enguiçada, acolher a espécie foi a melhor saída para o senso comum da humanidade e suas recém criadas instituições sobre o direito e assuntos alienígenas. Muito bem, só que a convivência entre diferentes crenças, cores, opção sexual e formas de pensar já é bastante difícil entre o homo-sapiens, imagina entre nós e camarões gigantes muito longe de casa! É aí que entra o Distrito 9, a grande favela isolada onde os visitantes-forçados passaram a viver em condições sub-alienígenas.

A impressão que eu tive é que Blomkamp vai acertando em todos os pontos, começando pelo caráter de documentário que permeia todo o filme – hand-cans, câmeras de segurança e entrevistas com pessoas envolvidas no incidente envolvendo Wikus Van der Merwe, nosso protagonista boa praça que se mete numa encrenca interplanetária daquelas. Os efeitos visuais são o puro suco, é incrível como os alienígenas e a situação em que vivem são mais reais que as novelas brasileiras de hoje. Outro fato é a quebra de clichês, desde a diferente abordagem com o tema “alien”, até nas próprias cenas – todas as situações pré-imaginadas por mim tomaram novos rumos durante a projeção. Acho que o dedo de Peter Jackson, que assina a produção e atrai telespectadores, fica por conta das coisas espirrantes, nojentas e melequentas – velhos tempos de Bad Taste (1987).

"Distrito 9" é mais um daqueles filmes sobre a escrotidão da natureza humana e interesses econômicos e pessoais, tudo chacoalhado numa história sci-fi da melhor qualidade. Superando minhas expectativas, a trama do apartheid alienígena tem muita ação, humor, violência, drama e tecnologia. Deve ser um dos melhores entretenimentos da temporada, vale o ingresso no dia mais barato ou meia entrada.


"Estou com uma ordem de despejo para o Sr. Seth Brandon Mosca."

quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

today, we lunch in hell!

segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

diálogos 25 - "o meu pensamento tem a cor do seu vestido"












sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

#140 trechos de filmes no twitter [21 a 25]

Caiu por terra o plano de colocar 140 trechos de filmes no twitter na velocidade de um por dia. Talvez por que eu tenha dado importância demais ao projeto, então perco tempo na possibilidade de encontrar exatamente a cena, o que muitas vezes não é possivel. Sem falar que a memória também falha, mas alguns amigos me relembraram boas sugestões que estão saindo.

Notas:
1) Coloco no blog 5 trechos por post. 2) Colocarei só trechos de filmes que eu vi. 3) Os filmes não precisam ser bons ou conhecidos. 4) Às vezes o trecho que considero(lembro) é maior que o limite permitido, então, a parte que saiu no twitter vai estar em azul negrito aqui. 5) Os trechos não precisam ser perfeitos. Pode ter variações, por eu ter visto legendado, dublado ou minha memória falhar. Mas que a idéia confira. 6) Tentarei colocar vídeos dos filmes (ou imagem, cartaz) se possível do trecho em questão (o que é difícil), ou trailer, ou outra cena, o que encontrar. 7) Se der, eu explico o motivo da escolha e representatividade do trecho. É isso.

E lá vamos nos do 21 a 25.

[21/140] “SAIA DO MEU TREM!!” ---> Ghost (1990), de Jerry Zucker

Junto com Michael Berryman (Pluto, de Quadrilha de Sádicos) Vincent Schiavelli (o fantasma do metrô) é um dos atores mais estranhos que já vi. Enquanto Berryman é deformado (acho eu), Schiavelli só é feio mesmo. Nesses tempos de luto recente por Patrick Swayze coloco este trecho dos dois atores fantasmas, que já se foram. Frase em 1:13.



[22/140] “Torça a perna!” ---> Karate Kid (1984), de John G. Avildsen

Rapaz, não dá pra acreditar que exista um professor de karatê como John Kreese, o mestre do dojô Cobra Kai. Reza a lenda que Chuck Norris recusou o papel por achar que iria denegrir a imagem da arte marcial milenar, coisa que o ator Martin Kove conseguiu fazer com maestria e canastrice. “O inimigo não merece compaixão” é outra pérola que o sensei deixa para seus alunos. Kreese mandando tocar o terror em Daniel Sã no minuto 3:04.



[23/140] “Levei 3 horas pra terminar as sombras do seu lábio superior. É provavelmente o melhor desenho que fiz na minha vida” ---> Napoleon Dynamite (2004) de Jared Hess

O mundo de Napoleon roda em outro eixo e velocidade. Achei isso logo no início até perceber que o mundo de todos os outros personagens do filme também. E que época é aquela, anos 80? (camisas de transfer no auge). Uma estranha comédia com partes pra se espocar de rir, como a em que ele faz um desenho muito escroto de uma garota, o melhor que fez em toda a sua vida. Não achei o trecho, coloquei outra parte, da aula de defesa pessoal.



[24/140] “Today, no spartan dies!” ---> 300 (2006), de Zack Snyder

Não tem jeito, eu gosto de 300! Faz lembrar da época em que eu era moleque e saía detonando exércitos com um cabo de vassoura. Às vezes ainda faço isso hoje em doses curtas, quando não tem ninguém olhando e com equipamentos mais sofisticados. Leônidas tem várias frases de efeito e eu escolho essa. É muita afirmação e certeza das coisas na veia! Na falta do trecho, vamos ao combate...


Mais um que não permite incorporação de vídeo. Clique na imagem e veja o quebra pau.


[25/140] “…..” ---> Antes do Amanhecer/Before Sunrise (1995), de Richard Linklater

Um dos poucos filmes que eu consegui assistir inteiro a dois, na época em que eu tinha uma namorada pompoarista. Quem costuma ver filmes com sua namorada, sabe que muitos são interrompidos pela pressão e fúria do sexo iminente ou surpreendente. No diálogo do casal do filme tem uns trechos legais, mas eu escolho esta parte...uma bela cena do silêncio representativo que acomete em algum momento todos os casais do mundo. Ao som de Kath Bloom, “Come Here”. Bonito, bonito.

quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

cobra!!

segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

assédio sexual nas empresas

sexta-feira, 2 de Outubro de 2009

capital intelectual nas empresas

quinta-feira, 1 de Outubro de 2009

"Apenas o Fim", de Matheus Souza (2009)

Apenas o fim é apenas um filme. (RÁ) Mas acaba sendo um filme agradável pelo roteiro, atores e simplicidade do tema. A falta de pretensões exponenciais é o primeiro acerto do diretor e roteirista Matheus Souza, estudante do 5º ano de cinema da PUC-Rio, na época das gravações. A universidade e os alunos apoiaram o projeto, uma adorável DR (Discussão de Relacionamento) de 80 minutos, ou seja, uma mentira deslavada. Senta, pegue seu livrinho “O QUE É CULTURA-POP?” da coleção primeiros passos, que lá vem a história.



Antônio está atrasado para fazer uma prova ferrada na facool, quando chega sua namorada descolada com uma idéia daquelas. Totalmente on the road, ela diz que vai embora (para sempre e não sei pra onde) e que eles têm apenas uma hora para se despedir. Nem preciso dizer que ele vai perder a prova e vai se meter no inevitável, uma DR – porque as namoradas sempre escolhem os piores momentos para colocá-las em prática. Ela diz:“Nós só temos uma hora. Podemos passá-la transando ou passear e conversar por ai. Você escolhe”. Ele responde: “Não podemos fazer as duas coisas ao mesmo tempo?”. Deste início você já tira o que os dois personagens são: ela, uma chata; ele, tem senso de humor <-- O casal padrão dos tempos atuais. Diferente disso é uma falha na Matrix.

Por falar em Matrix e referências dos anos 90, vamos ter muitas no decorrer da conversa (do término né) dos namorados. Se você não teve uma infância miserável, é quase impossível não se identificar com os assuntos compartilhados, de Mário Brós aos filmes de Godard – e outras coisas que eu nunca tinha ouvido falar, provando que realmente não sei nem a sombra da filosofia nerd de se viver – nunca consegui participar de uma única partida de RPG. Antônio é uma máquina de referências que se espalham no tempo real (momento da conversa na universidade) e nos flashbacks do casal que se alternam nas cenas.

Outra coisa legal do filme é que, tirando os namorados, todos os personagens que eles encontram, eu disse TODOS, são muito ESCROTOS! São os tipos mais chatos, babacas e styles que você não quer encontrar no caminho durante um término de namoro. Aliás, durante qualquer coisa.

Achei Apenas o Fim um ótimo debut para o diretor. Um filme bem feito, sem exaltações (exceto pela sequência em que eles encontram uma equipe de alunos de cinema em plena filmagem, passam pelas gravações e terminam numa simulação do confessionário do big brother?), trilha sonora das bonitinhas e atores que acertaram a mão. Ah, eu gostei. Tudo bem que eu estava sozinho no cinema com a garota, minha alma gêmea do azar – depois da sessão fomos degustar uma pizza. O estoque de queijo da pizzaria evaporou assim que pusemos os pés nela. Sim, foi isso que você leu, nós éramos os ÚNICOS telespectadores na ÚNICA sessão de 20:20 hs da sala 4 do Moviecom Castanheira. É, José Wilker deve estar orgulhoso de nós dois. E se você for de Belém / Ananindeua ou arredores e quiser assistir, vá logo antes que substituam por algum filme de herói dugaralhium ou comédia romântica pra descolar um troco. Não esqueça de convidar alguém...o cinema sem contagem de corpos é bem mais friozinho.

Erika Mader perdeu 30kg pra fazer a personagem e Gregório Duvivier eu nunca tinha visto mais gordo.