segunda-feira, 8 de março de 2010

# 140 trechos de Filmes no Twitter [41 a 45]

Filmes, filmes, filmes! Caramba, como eu assistia mais filmes antigamente! Hoje ver filmes para mim está que nem masturbação, não tenho mais competência para fazer isso sozinho.

Notas: 1) Coloco no blog 5 trechos por post. 2) Colocarei só trechos de filmes que eu vi. 3) Os filmes não precisam ser bons ou conhecidos. 4) Às vezes o trecho que considero(lembro) é maior que o limite permitido, então, a parte que saiu no twitter vai estar em azul negrito aqui. 5) Os trechos não precisam ser perfeitos. Pode ter variações, por eu ter visto legendado, dublado ou minha memória falhar. Mas que a idéia confira. 6) Tentarei colocar vídeos dos filmes (ou imagem, cartaz) se possível do trecho em questão (o que é difícil), ou trailer, ou outra cena, o que encontrar. 7) Se der, eu explico o motivo da escolha e representatividade do trecho. É isso.


De 41 a 45 num estalar de olhos.

[41/140] “Dê-me o que eu quero e irei embora!” [Tempestade do Século (1999), de Craig R. Baxley]

Amanda Snake lembrou-me do trecho desta história do Stephen King. Eu não vi o filme inteiro, só uma parte e o final, mas percebi que um estranho forasteiro fica atazanando outro cara repetindo isso milhões de vezes durante o filme. Se não me engano, no final o cara acaba sendo obrigado a acatar o pedido, dando sorte pelo forasteiro não ser entusiasta de sexo anal. Mas não deixou de ser um fim amargo.




[42/140] "Sabe o que mais odeio? Odeio esses caras quarentões com rabo de cavalo. O rabo de cavalo não te faz sexy, nem jovem, nem legal” [Mandando Bala (Shoot’en Up, 2007), de Michael Davis]

Simpatizo e sou chegado a baboseiras mentirosas forçadas, mas não sei por que achei esse filme uma droga. Todo metido a ser engraçadinho, que nem aquele “Adrenalina”(Crank) – já este achei uma merda. Mandando Bala vejo de novo qualquer dia, um pouco de Mônica Belluci nunca é demais. O trecho é daqueles de se dar stop no filme e ir direto ao barbeiro, em 1:55.




[43/140] "Mãe é o nome de Deus nos lábios e corações das crianças. Morfina faz mal pra você." [O Corvo (1994), de Alex Proyas]

James O’Barr estava na camada de argila, aquela depois do fundo do poço, quando criou a história de The Crow. Um dos filmes de vingança que mais gosto, um negócio triste, sombrio e bonito. Para aumentar a carga de mistério e marcar ainda mais na história, Brandon Lee leva balaços que juravam ser de festim e entra para as estatísticas dos atores mortos em cena. Provérbio do corvo em 0:15.




[44/140] "Vamos seu filho da puta, me dê o seu melhor soco!" [Vizinhança do Barulho (Don't Be a Menace to South Central While Drinking Your Juice in the Hood, 1996), de Paris Barclay]

Os irmãos Wayans dão as caras nesta comédia que resolve aloprar o universo de filmes como "Boyz n the hood, os donos da rua". Uma sucessão de absurdos dos mais engraçados aparece neste que é um dos melhores filmes com a expressão “do barulho” nos títulos brasileiros. O encontro do jovem e sua avó em 1:48.




[45/140] “Se for tentar, vá até o fim. Não há outro sentimento como esse. Ficará sozinho com os deuses. E as noites queimarão como fogo. Você guiará a vida direto ao riso perfeito. É a única luta boa que existe”. [Factotum (2005), de Bent Harmer]

Charles Bukowski é um dos poucos escritores que li por conta própria, ou sem obrigações na minha vida. Exatamente como a falta de obrigações da vida do próprio, ou pelo menos, como ele a descreve em seus livros. O filme não me parece ter o mesmo humor do livro, mas acredito que seja mais uma questão de adaptação mesmo...já que está tudo ali, o que praticamente quer dizer: ele sendo demitido dos empregos que arrumava. “-Tem caras que te fodem e depois te fazem em pedacinhos. E então encontram seu cu e um esgoto no mar e os peitos e um latão de lixo! / - Parei de fazer isso anos atrás.”, outro trecho legal entre Marisa Tomei e Matt Dillon. Bem, agora vamos a mais uma dose de whisky, putas baratas e poesia com "Roll the Dice".

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