Ufa! Acabou o mês de junho mais maldito dos últimos tempos. Pelo menos pra mim, claro. Para eu que me autodeprecio e "faço drama" (as garotas adoram dizer isso) em todos os meses do ano, este mês de junho me saiu melhor que a encomenda. Um dia antes de ele começar, 31 de maio, 228 pessoas mergulharam no Oceano Atlântico a 800 km/h. Foi neste junho que assisti ao sério concorrente a filme mais destruidor de expectativas da história – os caras conseguiram estragar o filme do Wolverine com o Wolverine dentro. O mesmo junho em que Michael Jackson resolveu visitar pessoalmente seu ex-sogro, Elvis Presley. É também neste final de junho que estou pensando seriamente em colocar meu diploma de jornalismo no banheiro, com dizeres ao lado: “em caso de emergência quebre o vidro”. E para fechar - e eu espero realmente que isso não se torne uma prática de todo fim de mês - no último dia, hoje, 153 pessoas mergulharam no Oceano Índico a outros trocentos km/h.
Isso foi só o que eu não omiti, ou fingi que esqueci. Mas pelo menos o dia 12 de junho foi marcante. A vontade de pegar uma garrafa de álcool 96º, fósforos e me imolar foi enorme... de cochichar para algum espírito “por favor, leve-me de volta... leve-me de volta para meu balde de areia e ferramentas plásticas”. Ser rechaçado numa data simbólica-comercial dessas, coincidência ou não, é uma experiência das mais supimpas. Eu recomendo a todos, já que os dias dos namorados passados foram irrelevantes pra mim. O deste ano ao menos fez toda a diferença.
Eu adorei o último parágrafo. Gostaria de ganhar um real por cada vez que eu criasse uma situação dramática dessas...
Depois de tudo isso, a saga dos genes continua. A infâmia deve ser o meu “gosto de framboesa” daquela canção de Cecília Meireles / Fagner.
Isso foi só o que eu não omiti, ou fingi que esqueci. Mas pelo menos o dia 12 de junho foi marcante. A vontade de pegar uma garrafa de álcool 96º, fósforos e me imolar foi enorme... de cochichar para algum espírito “por favor, leve-me de volta... leve-me de volta para meu balde de areia e ferramentas plásticas”. Ser rechaçado numa data simbólica-comercial dessas, coincidência ou não, é uma experiência das mais supimpas. Eu recomendo a todos, já que os dias dos namorados passados foram irrelevantes pra mim. O deste ano ao menos fez toda a diferença.
Eu adorei o último parágrafo. Gostaria de ganhar um real por cada vez que eu criasse uma situação dramática dessas...
Depois de tudo isso, a saga dos genes continua. A infâmia deve ser o meu “gosto de framboesa” daquela canção de Cecília Meireles / Fagner.



Sinto que teremos mais problemas genéticos. O primeiro deles, aqui.



























2 comentários:
Ótima, hehehe!
Tem mais um Gene que eu conheço, e é ator Gene Hackman!
Abç do Zé!
ssshhhhhh. ê rapaz..não revele os capitulos. :D
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