quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

# 140 trechos de Filmes no Twitter [31 a 35]

Será que alguém acompanha isso aqui ou usa os trechos como sugestões para qual filme assistir? Sei lá. Mas eu me divirto com essas lembranças. Então vamos lá de novo...

Notas: 1) Coloco no blog 5 trechos por post. 2) Colocarei só trechos de filmes que eu vi. 3) Os filmes não precisam ser bons ou conhecidos. 4) Às vezes o trecho que considero(lembro) é maior que o limite permitido, então, a parte que saiu no twitter vai estar em azul negrito aqui. 5) Os trechos não precisam ser perfeitos. Pode ter variações, por eu ter visto legendado, dublado ou minha memória falhar. Mas que a idéia confira. 6) Tentarei colocar vídeos dos filmes (ou imagem, cartaz) se possível do trecho em questão (o que é difícil), ou trailer, ou outra cena, o que encontrar. 7) Se der, eu explico o motivo da escolha e representatividade do trecho. É isso.

Mais filmes de 31 a 35. Vai...

[31/140] “Dois homens entram. Um homem sai!" [Mad Max 3 - Além da Cúpula do Trovão (1985), de George Miller e George Ogilvie]

No terceiro episódio o universo de Mad Max já estava bem mais espalhafatoso e caótico – vários filmes foram influenciados pela série, que criou as bases de um futuro provável de planeta desértico e abestados das estradas brigando por combustível, água ou putas. Gerou pérolas como Crepúsculo de Aço e Cherry 2000. “Violou, enfrenta a roda!” é outro trecho legal e repetido por mim nas situações mais inesperadas, mas “Dois homem entram, um homem sai” é simplesmente a tradução do que é a Cúpula do Trovão – última palavra no quesito arena de gladiadores. Não podia ficar de fora! Em 1:37...



[32/140] "Está na hora de transformar essa preguiça em músculos!" [Um tira no jardim de infância /Kintergarten Cop (1990), de Ivan Reitman]

Foi o primeiro filme que eu vi o Terminator mostrar seu lado cômico. Ele ainda tentou fazer outras comédias, mas creio que esta seja a melhor, ou única que preste. “Meninos tem pênis, meninas têm vagina” é um trecho mais clássico ainda das crianças do jardim de infância – que hoje devem ser um bando de marmanjos e bonitonas. Com esta frase, tio Arnold mostra que sabe das coisas, senão não teria sido Mister Universo aos 22 anos. Em 0:58.



[33/140] "Será que 15 anos de treinamento imaginário pode ser posto em prática?" [Oldboy (2003), de Park Chan Wook]

Consegui levar meu irmão e papai ao cinema, e convencer outros tantos a ver este grande filme de Park Chan Wook, até então, desconhecido por muitos além Coréia do Sul. Teve um estrondoso sucesso internacional, gerou uma versão indiana e cogita-se um remake americano com Steven Spielberg no meio. Neguinho passa 15 anos preso num quarto, socando as paredes, sem saber quem o sacaneou. A cena do trecho eu não achei. Portanto, já sabe o que sempre coloco no lugar... porrada, lógico. Mas o take dessa é uma beleza e vale a pena! Lembra muito Dragon Ninja, antigo clássico dos fliperamas!



[34/140] "Você não vai me matar por algum senso de moralismo inadequado. E eu não vou te matar porque você é muito divertido! Eu acho que nós dois vamos fazer isto para sempre" [Batman - The Dark Knight (2008), de Christopher Nolan]

O segundo filme do Batman com selo Chistopher Nolan de qualidade é melhor que o primeiro, o que gera um certo medo quanto à cagada que pode acontecer no terceiro, vide o histórico das trilogias de herói: homem aranha, x-men, superman (o antigo). Você ainda tem dúvidas de que se eu destacasse um trecho do filme, ele seria atribuído ao Coringa? Aliás, tem vários como “Sou um cara de gostos simples. Eu gosto de dinamite, pólvora e gasolina. Sabe o que essas três coisas têm em comum? São baratas.” Mas escolho este pela risada que me escapou no meio do cinema com esta explicação do vilão. Video bloqueado, então clique em nosso oscar póstumo e veja a cena, em 0:24.


[35/140] " - Eu amei o meu filho desde o momento em que ele abriu os olhos...até o momento em que você os fechou. Deixe-me lavar o seu corpo. Deixe-me fazer as orações. Deixe-me colocar as duas moedas em seus olhos, para o barqueiro... / - Se eu deixar você ir embora daqui, se eu deixar você levá-lo...isso não vai mudar nada! Você ainda será meu inimigo ao amanhecer! / - E você é meu inimigo ainda esta noite. Mas até entre inimigos pode haver respeito..." [Tróia (2004), de Wolfgang Petersen]

Tróia quis oferecer mil maneiras de legitimar que Aquiles era fodão. São noites de ménage a trois com as mais belas garotas e batalhas contra cabôcos de três vezes o seu tamanho – em qualquer ordem. Até a desconfiança de pederastia com seu primo é levada pelo vento quando Brad Pitt entra em ação e é o herói das multidões. Mas no final das contas, coube a Príamo, o rei de Tróia, gravar na minha memória o que eu já sabia, “até entre inimigos pode haver respeito”, garoto! Então, pelo menos...tente não fazer alguma merda com seus próprios amigos. Não há sensação mais escrota e decepcionante. Os reis são sábios em 2:52.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

tempos de intolerância




Não, ainda não li este também. Mas "Ratos e Homens" é polegar estendido!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

os cinco videogames - parte 3/3

Terceira e última parte do post "os cinco videogames". Parte 1. Parte 2.

5) PLAYSTATION (SONY)- Japonês


Depois de terminar "The King of Fighters" em 58.659 combinações diferentes de 3 personagens e esgotar todos os jogos de PORRADA (os únicos) da locadora, sem contar que àquela altura eu já tinha percebido que meu videogame não iria passar daquilo, já estava me aposentando como jogador quando... apareceu um cara precisando de um Neo Geo Cd. Até hoje eu não sei pra quê – a crista da onda era os novos videogames que renderizavam gráficos poligonais, 3d e os escambal. O rapaz tinha um Playstation (Psx) e estava disposto a cometer a troca por mais um valor extra, afinal, o videogame da Sony era mais pop, mais poderoso e ganhava cada vez mais prestígio, adeptos e jogos.

Sim, o aparelho era mais asiático que o Spectreman. Para não cair nas agruras passadas com meu Mega Drive japonês, soube de um tal destravamento do console – o que num futuro próximo, seria essencial na proliferação e consumo destes putos e seus sucessores em países emergentes. Negócio fechado! Que beleza, heim?! Depois de tudo que eu escrevi até aqui, você realmente acredita que eu iria me divertir deveras com o Playstation?

Antes que eu diga que o desbloqueio, chipamento, destravamento enfim...para o japonês não era mais feito por ninguém num raio de 20.000 km, algo mais aterrador estava por vir. Eu nunca prestei atenção em propagandas de montadoras de carro, informando os compradores que tal série de veículos saíra com defeito no cinto de segurança, nos freios, ou qualquer outro problema que poderia ser resolvido sem ônus para o cliente. Pois é, eu também nunca soube da Sony permitir a troca da leva de seus videogames que se AUTODESTRÓEM! Acho que meu Psx rodou normalmente só uma semana com o único jogo japonês-original-mídia-preta que eu tinha...depois disso, não prestou nem virando o bicho de cabeça-pra-baixo – que se tornou práxis nesses videogames malditos!


Método correto de se jogar Playstation antigamente

Para se ter idéia, eu só consegui me divertir um pouquinho quando me emprestaram um Psx (ou seja, um outro) – americano, destravado, que rodava devidamente de ponta-cabeça.

Foram momentos com Tobal Nº1, jogo poligonal de aventura/luta, com personagens muy locos de Akira Toriyama (criador do Dragon Ball). E finalmente, aquele que ouvi falar minha vida inteira e tem mais continuações que Sexta Feira 13, joguei Final Fantasy IX – nessa época meu inglês já dava pro gasto. Atestei um belo exemplo de diversão, história, desempenho gráfico e memory card – invenção que permite a você gastar mais minutos de sua preciosa vida conquistando impérios, salvando princesas, desafiando a morte...ad infinitum.


Tobal Nº1, disputa braçal entre robôs, frangos, dinossauros, lutadoras de westler e outros malacabados; Final Fantasy IX, ótimos gráficos numa aventura supimpa!


Um dia o amigo que me emprestou o Psx veio buscá-lo, levando além do videogame dele, os meus controles e todos os jogos que eu tinha. Não, ele nunca mais me devolveu, graças a deus! Senão eu ainda iria gastar mais dinheiro tentando consertar o meu, provavelmente em vão. Finalmente, doei-o para uma associação filantrópica. Disseram-me que eles consertam TUDO e dão para crianças carentes. Espero que o sangue não desça para suas cabeças.

THE END


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E foi assim que acabou minha história como gamer. De lá pra cá, nunca mais tive um videogame. Tornei-me um jogador esporádico, vítima das circunstâncias. Você, garotinho juvenil brasileiro, que está começando agora, atente para alguns pontos:

# Se você for rico, nascido em berço de ouro, compre todos os videogames que estiverem bombando na geração em questão e só vá de jogos originais.

SE NÃO FOR

# Pesquise bastante sobre as possibilidades que o aparelho pode oferecer. Isso vai desde opção por rodar jogos alternativos (piratas) até suas preferências como jogador – muita porrada? Rpg? Interatividade corporal?

# Se for paciente, nunca compre a primeira versão do console. As empresas têm planos longos para liberar sua tecnologia gradativamente. Elas provavelmente já possuem, ou sabem que podem fazer um modelo menor, melhor, com maior capacidade e mais bonito... mas não anunciarão isso até vender bastante ou esgotar todas as unidades do trambolho anterior com problemas de autodestruição.

# Videogame asiático? Nem aqui nem na China! No way! Dos Asiáticos, aceite apenas garotas e filmes de alguns diretores, Park Chan Wook e Takashi Miike, por exemplo.

# Por falar em garotas, você viu eu mencionar alguma delas nestas três postagens sobre videogames?! Pois é, acabe com esse negócio de videogame, filho! É mais fácil que arranjar uma cabroxa que REALMENTE goste do lance!

É preciso salientar que a facilidade e possibilidade de entrar em contato com os jogos é diretamente proporcional ao fator tempo – toda a minha história nos videogames deve caber num único DVD hoje em dia – com todos os emuladores(videogames) e jogos dentro. E por mais impressionante que pareçam os lançamentos DUGARAI VÉÉII, saiba que esta sua reação vai se repetir muitas vezes, por muitos anos, cada vez que uma nova geração de games surgir...e não faço idéia até onde isso vai dar. Mas nunca se esqueça do mais importante: se divertir – nada de “preciso passar dessa fase” ou “tenho que adquirir 500 moedas de ouro!”. Quando um jogo não te proporciona mais diversão, pule fora, sem dó. É o que as empresas vêm fazendo com seus próprios consoles todos esses anos.


Integrante dos Strokes ao ver o trailer de "Modern Warfare 2" (Xbox360/Ps3)


Rapaz, mas que é ducaralho é! Acho que vou esperar até a próxima geração. Até lá já estarei rico.