






Power Blade (Natsume,1991) – Era um agente chamado NOVA, que enfrentava mais uma dessas megacorporações que querem dominar o mundo. Ele era a cara do Terminator (Arnold). O detalhe é que o moço preferia lutar contra robôs fortemente armados e outros inimigos perigosos apenas com um BUMERANGUE, sabe-se lá por que cargas d’água! (vai ver ele era australiano). Teve mais o Power Blade 2, e só.
#2 - Sobre de onde vem a inspiração:
“Das pessoas, do cotidiano mesmo. Uma vez eu li em algum lugar que o humor é uma visão de mundo, acho que é por aí mesmo. Não me considero um grande desenhista, é só o meu processo criativo para contar histórias. E sai mais barato que fazer cinema, por exemplo. No momento eu penso mais em historietas/idéias curtas, tiras. O blog é o meu caderno de rascunhos onde eu faço as experiências, com textos, montagens e desenhos. Acho que o que mais me acendeu a idéia de publicar quadrinhos na net foi ter entrado em contato com o trabalho do Allan Sieber e do Benett - grandes cartunistas deste meu país varonil.”

Castlevania Jr. (Konami, 1990) – Só foi lançado no Japão. O nome “Castlevania” é usado no título, mas pouco tem a ver. Acho que ele veio numa leva de jogos de paródia. Eu lembro de ter locado várias vezes esse joguinho. Eu gostava das canções e do traço bem cartoon. Jogamos com um vampirinho (alguns dizem ser o Alucard criança) que luta contra inimigos curiosos, como a estátua da liberdade e um fantasma-nazista-cu clux clã (eu heim!). Bom jogo!
#3 - Por que escolheu esses games em específico para fazer um desenho?
“Sabe aquelas histórias alternativas da Marvel em que o Wolverine enfrenta o Conan ou algo do tipo? Pois é, eu penso que em algum dos universos paralelos, Mario Bros, Mega Man, Zelda e Metroid foram esquecidos, tiveram uma única aventura cada. No lugar deles, outros jogos da era 8 bits despontaram e fizeram grande sucesso até hoje, com versões para Snes, Game Cube e Wii. Eu pensei em três que entraram na história do videogame, hoje lembrados por poucos: Kid Dracula, Power Blade e Yo Noid!
O único console da Nintendo que tive foi o Top Game, da era 8 bits. Estes foram alguns dos jogos que mais me diverti na época. Apesar da idéia de que eles tivessem uma sobrevida nestes consoles mais novos, fiz uns desenhos representativos com o meu traço mesmo, bem 8 bits. Hahaha!”.

Yo! Noid (Capcom, 1990) – Eu não sei até hoje o que era esse personagem. Parecia um cara vestido de coelho (um animador de festas infantis, de repente) que usava como arma um IOIÔ. Parece que eu simpatizo com heróis de armas não-convencionais. Sei que o jogo na verdade era uma versão americana feita para promover a rede de pizzarias "Domino's Pizza". Acho que ele fez sucesso na época, mas ficou no passado, como muitos.
--- Sites ---
http://killtheboss.wordpress.com (blog do Flávio Croffi).
Além de serem encontrados facilmente na net e rodados por emuladores, você pode jogar esses games online aqui: www.iplay.com.br
É isso, você visitante que quiser compartilhar conosco jogos que marcaram sua vida, fique à vontade nos comentários. =)













Método correto de se jogar Playstation antigamente
Para se ter idéia, eu só consegui me divertir um pouquinho quando me emprestaram um Psx (ou seja, um outro) – americano, destravado, que rodava devidamente de ponta-cabeça.
Foram momentos com Tobal Nº1, jogo poligonal de aventura/luta, com personagens muy locos de Akira Toriyama (criador do Dragon Ball). E finalmente, aquele que ouvi falar minha vida inteira e tem mais continuações que Sexta Feira 13, joguei Final Fantasy IX – nessa época meu inglês já dava pro gasto. Atestei um belo exemplo de diversão, história, desempenho gráfico e memory card – invenção que permite a você gastar mais minutos de sua preciosa vida conquistando impérios, salvando princesas, desafiando a morte...ad infinitum.

Tobal Nº1, disputa braçal entre robôs, frangos, dinossauros, lutadoras de westler e outros malacabados; Final Fantasy IX, ótimos gráficos numa aventura supimpa!
Um dia o amigo que me emprestou o Psx veio buscá-lo, levando além do videogame dele, os meus controles e todos os jogos que eu tinha. Não, ele nunca mais me devolveu, graças a deus! Senão eu ainda iria gastar mais dinheiro tentando consertar o meu, provavelmente em vão. Finalmente, doei-o para uma associação filantrópica. Disseram-me que eles consertam TUDO e dão para crianças carentes. Espero que o sangue não desça para suas cabeças.
THE END
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E foi assim que acabou minha história como gamer. De lá pra cá, nunca mais tive um videogame. Tornei-me um jogador esporádico, vítima das circunstâncias. Você, garotinho juvenil brasileiro, que está começando agora, atente para alguns pontos:
# Se você for rico, nascido em berço de ouro, compre todos os videogames que estiverem bombando na geração em questão e só vá de jogos originais.
SE NÃO FOR
# Pesquise bastante sobre as possibilidades que o aparelho pode oferecer. Isso vai desde opção por rodar jogos alternativos (piratas) até suas preferências como jogador – muita porrada? Rpg? Interatividade corporal?
# Se for paciente, nunca compre a primeira versão do console. As empresas têm planos longos para liberar sua tecnologia gradativamente. Elas provavelmente já possuem, ou sabem que podem fazer um modelo menor, melhor, com maior capacidade e mais bonito... mas não anunciarão isso até vender bastante ou esgotar todas as unidades do trambolho anterior com problemas de autodestruição.
# Videogame asiático? Nem aqui nem na China! No way! Dos Asiáticos, aceite apenas garotas e filmes de alguns diretores, Park Chan Wook e Takashi Miike, por exemplo.
# Por falar em garotas, você viu eu mencionar alguma delas nestas três postagens sobre videogames?! Pois é, acabe com esse negócio de videogame, filho! É mais fácil que arranjar uma cabroxa que REALMENTE goste do lance!
É preciso salientar que a facilidade e possibilidade de entrar em contato com os jogos é diretamente proporcional ao fator tempo – toda a minha história nos videogames deve caber num único DVD hoje em dia – com todos os emuladores(videogames) e jogos dentro. E por mais impressionante que pareçam os lançamentos DUGARAI VÉÉII, saiba que esta sua reação vai se repetir muitas vezes, por muitos anos, cada vez que uma nova geração de games surgir...e não faço idéia até onde isso vai dar. Mas nunca se esqueça do mais importante: se divertir – nada de “preciso passar dessa fase” ou “tenho que adquirir 500 moedas de ouro!”. Quando um jogo não te proporciona mais diversão, pule fora, sem dó. É o que as empresas vêm fazendo com seus próprios consoles todos esses anos.
Integrante dos Strokes ao ver o trailer de "Modern Warfare 2" (Xbox360/Ps3)
Rapaz, mas que é ducaralho é! Acho que vou esperar até a próxima geração. Até lá já estarei rico.


Comix Zone - revolução no quesito simulação de HQ; e Golden Axe, clássico de dragão, amazona, anão, espada e magia...e nem é RPG.
4) NEOGEO CD (SNK)
Enquanto o grunge corria o mundo, nas máquinas de Arcade (fliperama é um nome muito mais legal) um certo tipo de jogo ganhou a preferência da garotada, os de PORRADA! Sim, porque nós sabemos que as brincadeiras de moleque sempre envolvem alguma babaquice e violência. Street Fighter 2, o Jimi Hendrix dos jogos de pancadaria, serviu de base e influenciou toda uma legião de jogadores e novos jogos. De lá pra cá, a expressão meia lua nunca mais significaria um quarto crescente.
Acreditando que adultos são apenas crianças que devem dinheiro, como moleque que eu era (e ainda sou)...não poderia fugir à regra, eu queria mesmo era dar muita porrada, raduquis e tsepékugis!
Quando a SNK – empresa que criava apenas 3 tipos de jogos: luta, espancamento e porrada – anunciou que seus jogos NÃO seriam mais lançados para outros consoles, somente para o dela, o Neo Geo, tive um dos piores insights da minha vida “Putz, só com um Neo Geo Cd poderei jogar The King of Fighters!”.
E fez-se o pior investimento e falta de consideração monetária com meus pais. O bagulho era mais barato que os lançamentos de 32-Bits da temporada, mas mesmo assim era caro, deve ter custado na época o preço de um Playstation 2 hoje. Mas eu era (sou) um bom filho, nunca pedia nada, e além disso, era um videogame que rodava CD, inclusive os de MÚSICA!! Fantástico!
A minha felicidade sofreu o primeiro abalo ao descobrir a velocidade de carregamento dos jogos (loading). Antes de começar cada round ou fase, você podia escovar os dentes, soltar um barro, tomar banho, dar um cochilo, voltar e o jogo ainda não tinha carregado.

Assim que ganhei o artefato, a SNK voltou atrás (lógico) e decidiu liberar seus jogos para as outras plataformas, antes de mais tarde falir de vez na produção de consoles caseiros - creio. Rapaz, acoplado a uma tv, o videogame rodava cds de áudio que era uma beleza. Aliás, essa era a melhor função desempenhada pelo Neo Geo CD.
Quanto ao “The King of Fighters”? É a série mais famosa e picareta da SNK, que reúne personagens de todos os seus jogos de luta em uma única trama de filme do Van Damme. A cada ano eles lançavam uma versão “diferente”, com mais personagens descartáveis e styles, enquanto os antigos reapareciam em versões cada vez mais styles – você monta seu time com três cabocos(as) e vai pro pau! (alguns são realmente chegados num pau). Resultado: é o jogo de porrada em que você pode escolher entre toda sorte de freaks, rockstars, emos, playboys, prostitutas e homossexuais. Já quero!
Gostou? Então calma que tá chegando o filme aí!