sexta-feira, 24 de julho de 2009

Outras qualidades



Mais uma tira baseada nos casos verídicos do Loro da Doca. Eu sempre digo para este rapaz desenhar, que ele tem o traço e humor peculiar, mas ele insiste em falar as idéias para mim - com um papo de que eu que sou o cara e coisa e tal. Percebam o quanto eu sou o cara esquecendo de desenhar o travesseiro e na perspectiva completamente aleatória da cama e do pé do Mardônio. Eu acabo desenhando para não se extinguir tamanha genialidade. Mais tiras pelo próprio punho do garoto aqui e aqui.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Problemas Genéticos 3


Quase chegando ao fim a saga genética.

sábado, 4 de julho de 2009

diálogos 23 – “TCC Times”

Fazer um T.C.C (tratado casual das coisas) em Comunicação já começa ser uma grande viagem pela variedade de assuntos que se pode escolher, afinal, quase tudo é comunicação: eu poderia escrever um do tipo “A influência destrutiva da expressão ‘alváite’ entre os meninos que enpinam pipas na grande Belém”; “Textos literários astecas sobre a égide frankfurtiana” ou “A influência da cultura mexicana dos mariachi na Iugoslávia”(este existe, Fausto Suzuki ia fazer este).

Eu estava relendo meu tcc outro dia, fruto da parceria com Anderson Araújo, e fiquei pensando..."Como é que eles nos deram a nota máxima, com congratulações absolutas e tudo mais? Só faltaram dizer que o t.c.c era dugaraio, provavelmente diriam se não fossem doutores e não tivessem que dar exemplos e um nome a zelar.” Devo salientar que nossos métodos de escrever TCC’s não dista muito da escrita e do espírito do tempo de nossos respectivos blog.

Algumas pessoas que leram depois me perguntaram:

- E podia escrever um tcc assim deste jeito?
- Ora, nunca tínhamos escrito um tcc antes, como iríamos saber?

E no final das contas, nosso tema foi direcionado totalmente ao curso de comunicação/jornalismo da universidade. Foi mais ou menos um apanhado geral do que os alunos do último ano acharam sobre o curso de jornalismo que fizeram – além de valores e referências que os levaram a escolhê-lo e sobre o ser jornalista. Um trabalho baseado em mais de 20 horas de entrevistas com os próprios alunos e metodologias nada ortodoxas (nem sei o que isso significa, mas sempre quis usar esta expressão num texto).

No texto, além dos agradecimentos formais, inclusive ao nosso orientador, que endossou este tema polêmico, apresentamos agradecimentos alternativos...



terça-feira, 30 de junho de 2009

problema de gene 2

Ufa! Acabou o mês de junho mais maldito dos últimos tempos. Pelo menos pra mim, claro. Para eu que me autodeprecio e "faço drama" (as garotas adoram dizer isso) em todos os meses do ano, este mês de junho me saiu melhor que a encomenda. Um dia antes de ele começar, 31 de maio, 228 pessoas mergulharam no Oceano Atlântico a 800 km/h. Foi neste junho que assisti ao sério concorrente a filme mais destruidor de expectativas da história – os caras conseguiram estragar o filme do Wolverine com o Wolverine dentro. O mesmo junho em que Michael Jackson resolveu visitar pessoalmente seu ex-sogro, Elvis Presley. É também neste final de junho que estou pensando seriamente em colocar meu diploma de jornalismo no banheiro, com dizeres ao lado: “em caso de emergência quebre o vidro”. E para fechar - e eu espero realmente que isso não se torne uma prática de todo fim de mês - no último dia, hoje, 153 pessoas mergulharam no Oceano Índico a outros trocentos km/h.




Sinto que teremos mais problemas genéticos. O primeiro deles, aqui.

domingo, 28 de junho de 2009

sábado, 27 de junho de 2009

Michael Jackson (1958-2009)

Nós próximos livros de história, 25 de junho de 2009 será conhecido como o dia em que morreu Michael Jackson – se é que isso é possível. E não. Por mais que você ache que eu não resista, não farei nenhuma piada sobre o rei do pop, a revolução da dança, do videoclipe e da destruição de melanina. Até mesmo porque fazem isso há tempos.



Caramba, Michael Jackson está presente em alguma parte da minha geração de qualquer jeito. Digamos que eu nem gostasse de música. Que eu gostasse, por exemplo, apenas de videogame. Uma ora ou outra eu iria jogar Moonwalker! Jogo com versões estilosas para fliperama e o doméstico console Mega Drive. Baseado no filme-musical de mesmo nome, de 1988, no jogo você encarna o astro resgatando crianças e dando sopapos em capangas. Mas o mais legal e surreal era matar todos os inimigos da tela fazendo-os dançar com coreografia e tudo. Já pensou poder fazer isso numa situação real? Uma gangue te cercava num beco sem saída. Simplesmente, tu davas um grito “hhhooooouullllll!” e de caixas de som invisíveis tocaria Smooth Criminal...e todo mundo seguindo teus passos e caindo desfalecidos logo em seguida. As academias de artes marciais iriam falir. Já os cursos de dança estariam lotados.

Outro dia vi um clip do Chris Brown e pensei: “puxa, esse cara é mesmo bom em matéria de dança e Lei Maria da Penha.” Ele deve estar chorando agora. É impossível ver um clipe desses artistas (Timberlake, Usher...) e não reconhecer neles a norma da ABNT Jacko 9001 de qualidade.

Hoje a Feira da Pedreira amanheceu ao som de uma outra batida – tecnobregas e tradicionais cantigas dos bailes da saudade, trilha preferida das barracas de CDs pirata, deram lugar a "Billie Jean" e outros clássicos. Espero que ao menos a morte de Jackson inspire os Jóvi de hoje a ouvirem alguma música boa, nem que seja pelo próximo mês – sugiro os álbuns "Off the Wall"(1979) e "Thriller" (1982).

Espero também que a Rede Globo reprise a série “The Jacksons: An American Dream” de 1992 (que nunca mais passou). A agora deixo com vocês uma das canções que eu mais gosto dos Jackson 5.




E como todo mundo, eu também imitava os passos de Michael. Como não tenho registros dessa façanha, deixo para posteridade isso a cargo do meu sósia Mark Ruffalo – essa mulherada que me acha parecido com ele deve tá é doida. Assim eu vou acabar acreditando que posso ser um pão também. Se bem que com esse clima de Belém é muito fácil ficar com a cara brilhando de suor, que nem um pão doce.

sábado, 13 de junho de 2009

Problemas Genéticos