sexta-feira, 16 de julho de 2010

oi!


sábado, 10 de julho de 2010

sem falta


sexta-feira, 2 de julho de 2010

Holanda 02 X Brasil 01

02 de julho de 2010. Copa da África do Sul. Quartas de finais. Holanda 02 X Brasil 01





Porque não dá para matar 16 monstros gigantes sem memory card! Que droga...

quarta-feira, 30 de junho de 2010

stela e clóvis


sexta-feira, 25 de junho de 2010

"Visagem"(2006), de Roger Elarrat

Dos escritores paraenses vivos, Walcyr Monteiro parece ser único que eu lembro de ter lido...sem ficar em algum momento constrangido. É possível que eu esteja cometendo alguma injustiça por não estar lendo o suficiente, mas o que percebo é: mais do que um pretenso e malfadado rebuscamento estilístico, a orientação forçada paroara de ser, a carga amazônica, a chatice encontrada na produção literária local (inclusive virtual) parece não ter limites. O interessante é que Walcyr Monteiro é justamente um narrador e defensor dos encantados, lendas e elementos ditos culturais da história paraense. O que me faz pensar que temos outros escritores que, não é que eu não goste por escreverem sobre isso...não gosto porque eles são ruins mesmo.

Quanto à produção audiovisual no Estado, não tenho receio de cometer alguma injustiça sobre o que eu acho. Até mesmo, porque eu não acho NADA. Depois de ver diversos títulos, clipes e curtas que vão “do nada pra lugar nenhum” ou quando vão, desagradam-me por conta de atores, idéias, falta de bom senso, ou tudo junto...tornei-me um apreciador esporádico, até mesmo casual dos novos vídeos feitos em nossa querida terrinha. Há produções que deram o que falar, como As Filhas da Chiquita [trailer] e Brega S/A [download], que ainda não vi por puta falta de oportunidade (ou sacanagem mesmo, para não perder o hype da família restart).

Não querendo me estender mais sobre o assunto, só queria dizer que se eu fosse obrigado a apostar todas as minhas fichas num representante local da 7º arte, este cara seria Roger Elarrat. Às voltas com seu último curta metragem, "Juliana contra o jambeiro do Diabo pelo coração de João Batista", o rapaz já tem no currículo: documentário, animação e uma minissérie de tv (ainda inédita).

Fora a animação, em que fui convidado para dublar um dos personagens, não vi nenhum dos outros trabalhos do diretor! Minha identificação se baseia totalmente em compartilhar o mesmo pensamento sobre a motivação da arte em nossa sociedade contemporânea.




Junto com Adriano Barroso (ator/roteirista), seu parceiro de produções e intenção do fazer artístico, Elarrat criou por essas bandas a “Visagem”, uma animação em stop-motion de 11 minutos. Walcyr Monteiro é a base do roteiro, que percorre por várias narrativas populares de terror e mistério da sua série de contos “Visagens e Assombrações de Belém”. No curta, dois amigos apostam sobre quem teria coragem de acender uma vela no centro de um antigo cemitério, no meio da madrugada. Quem já leu essas histórias vai se familiarizar rapidamente com as situações protagonizadas pela dupla, olha o naipe das figuras:



É claro que o gordo medroso e grunge ficou com a minha voz. Dizem que caiu como uma luva, mesmo só fazendo sons (sem palavras)! As imagens foram surrupiadas do blog do Nelson Nabiça, o diretor de arte e escultor dos bonecos.


Abaixo, "Visagem"(2006), na íntegra:



Pra conhecer mais sobre Roger Elarrat e seus projetos:

# Entrevista no portal "Ecleteca"
# Entrevista no "Curta em Circuito"

segunda-feira, 21 de junho de 2010

feira de ciências

segunda-feira, 5 de abril de 2010

"Um dia de cão" (1975), de Sidney Lumet

O ano era 1972. Uma época em que não existia Big Brother, You Tube ou derivados que pudessem alavancar uma carreira da noite para o dia. Em tempos de difícil exposição e maneiras de chamar atenção, eu acho que pegar vinte anos de cadeia por tentar assaltar um banco (que não tinha dinheiro) para pagar uma operação de mudança de sexo para o seu namorado faz de John Wojtowicz um cara que merece alguma consideração. E esse pessoal achando que é vidaloka metendo sem camisinha e colocando alargador de lóbulo na orelha.


Mas que dia de merda, heim?