quarta-feira, 14 de outubro de 2009

cobra!!

3 comentários:

andersonjor disse...

Se o Brasil tivesse mais professores assim a evasão escolar reduziria severamente.

Fausto Suzuki disse...

Nós tínhamos, na UFPA, um professor que era mais ou menos como esse. Eu não recordo o nome do PILANTRA, mas que se dane: seria anti-ético falar mal do cara assim na maior.
Como eu queria lembrar o nome dele...
Então. O cara tinha de dar uma disciplina que rodeava coisas tipicamente brasileiras; mas dizia que odiava feijão, odiava amazônia e vivia falando em Simone de Beauvoir.
Ele sim, foi um dos responsáveis pela minha desistência...
O cara era negro. Falava mal da cor.
Ah, meu. Péssima recordação.

paulo nazareno disse...

hahaha. rapaz, aquele professor é um achado. é claro que eu lembro o nome desse filho da puta, afinal eu lembro de qualquer porcaria. aquilo não era uma aula, era uma pegadinha do malandro. o cara era o amálgama de tudo que reclamam de preconceito no mundo: ele era preto, gay, careca, boçal, usava óculos...e odiava tudo isso. tsc.tsc.tsc

lembro que ele pediu um trabalho sobre uma comunidade de um lugarejo no interior do estado. anderson e eu, pensando em fazer algo bacana, resolvemos visitar o local...melhor que apenas ler um livro de 20 anos atrás sobre os costumes do lugar. bem, no dia da apresentação, trouxemos as fotos, gravações e coisa e tal e começamos... "Bem, nós fomos em Sleepy Hollow e..." (vou chamar o lugar com este nome).

A primeira coisa que o cara me faz é... "Então vocês estão querendo me dizer que você foram em Sleepy Hollow?" ... com aqueles tons que só policiais filhos da puta de algum filme B sabem fazer e como se Sleepy Hollow fosse mesmo o lugarejo fictício onde ataca o Cavaleiro sem Cabeça - ou seja, onde nunca, nós, meros alunos de jornalismo, poderíamos ir.

Rapaz, antes tivéssemos quebrado ele na porrada em plena sala de aula, algo que quase aconteceu algumas vezes. É isso. São tipos como este dando aula em universidades que faz eu desacreditar do sistema de ensino, do mundo, e sabe-se lá do que mais...